Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

"Monólogos da Vagina"

Tinha chegado finalmente o dia da nossa peça de teatro. Como consegui sair relativamente cedo, combinamos que nos encontraríamos na casa da Analycia que não fica muito longe do escritório, mas como estava de saltos achei por bem apanhar o autocarro (também só por duas paragens CC estás mesmo comodista, he he he) ….. enfim é mesmo uma chatice quando nos habituamos a andar de carro, he he he ….

 

E não devo ter sido a única a pensar assim, he he he …. Na altura em que estou para sair e já pouco habituada às travagens e arranques dos ditos, o condutor faz a curva com um bocado de velocidade a mais onde a boa da CC em vez de se segurar não, cai literalmente ao colo de uma senhora não deixando de a pisar claro:

 

- As minhas sinceras desculpas, magoei-a??

- Não, não menina está tudo bem!!

- Ainda bem, obrigada ….

 

Ainda me ria quando entrei na casa da Analycia, que depois de lhe contar só dizia “sinceramente pisas a coitada da senhora e ainda lhe agradece por a teres pisado, enfim”… Claro que depois foi risota o Jantar todo, francamente já nem de autocarro sei andar, he he he ….

 

Como chegamos relativamente cedo ao Casino ainda tínhamos tempo para um café no Arena Lounge e para admirarmos um pouco quem nos rodeava, que diga-se mesmo estava muito bem composto para uma noite de quinta-feira, he he he ….

 

Mas a nossa risota continuou já estávamos devidamente instaladas para assistirmos há peça “Monólogos da Vagina”. A sala estava quase cheia, muito bem composta com grandes grupos de mulheres uns mais histéricos outros mais contidos, com muitos grupos de casais uns mais discretos e outros mais barulhentos, mas o que nos chamou realmente a atenção foi mesmo um grupo enorme de mulheres que se instalaram duas filas abaixo da nossa onde algumas mais excêntricas e outras mais a medo foram ocupando os lugares.

 

Com o decorrer da peça os risos nervosos eram constantes, talvez por muitas delas se sentirem retratadas mas também se ouvia quem ria com vontade sem pudor e muito menos vergonha, afirmando-se. Ouve também quem se emociona-se com alguns relatos de acontecimentos mais cruéis, tal não era o “fungar” do nariz no fim deles.

 

A peça é excelente, as representações da Guida Maria, São José Correia e Ana Brito e Cunha são simplesmente fabulosas… adorei e recomendo!!!!!!!

 

publicado por CC às 17:24
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