Quarta-feira, 24 de Março de 2010

... A Exposição ...

…. O pior foi depois he he he, não me apetecia mesmo nada levantar dali estava-se tão bem e o espaço é muito agradável ainda convidado mais ao relax ….


Mas tínhamos uma exposição para ver e Paula Rêgo não é muito fácil, é uma artista que retrata de uma maneira quase violenta e crua os mais diversos sentimentos em que a Mulher é a peça principal.


E como em todas as exposições e a dela não é excepção, existem obras de que gostamos mais que outras. Claro que nem todas me agradaram, apesar de em todas de notar uma estrema violência, alguns quadros fizeram-me literalmente mal há vista nem sei se pelas cores se pela mensagem que tentavam transmitir.


Contudo achei estranho não estar a conseguir ler as legendas de cada um deles sem ser quase de nariz em cima da tela, mas não liguei muito pensando que poderia ser a luz em reflexo, sim porque eu sou pitosga mas não exageremos he he he he …


Claro que numa galeria de arte nem sempre é permitido tirar fotografias, apesar de as meninas aqui irem munidas de máquina fotográfica ainda bem que não fizemos uso dela, ao menos assim não passámos pela vergonha de ser chamadas à atenção como foi um Senhor que já tinha idade para ter juízo, muito parecido com alguém que conhecemos bem, he he he … acho mesmo que os miúdos que por ali andavam se conseguiam comportar melhor que ele …


Muito nos rimos as duas da careta que o Senhor fez quando foi abordado pelo segurança, que como é óbvio passou o resto da exposição a “acompanhar-nos” he he he …


A exposição termina numa sala onde as pinturas me agradaram muito mais, em especial “A Prova” e o pormenor fantástico dos enrugados do vestido, a “Filha do Polícia” e a sua expressão enquanto engraxava as botas do pai, não esquecendo as “Meninas Gordas” e os seus minuciosos detalhes.


É incrível como uma artista consegue, num período de tempo de mais ou menos 10 anos criar quadros com mensagens tão idênticas e ao mesmo tempo com traços tão diferentes uns dos outros…. Fiquei bastante impressionada com as suas obras, adorando algumas e odiando outras, claro….


Quando demos por terminada a visita ainda tivemos tempo de rapidamente nos refugiarmos na Loja da Casa das Histórias, tal não era a confusão que se tinha instalado no Hall com a chegada de uma excursão para fazer a mesma visita, he he he …


Acho mesmo que nunca tínhamos gostado tanto de entrar numa loja, he he he … loja essa que eu, para não variar aproveitei para bisbilhotar tudo, dando-me conta que para além de sabonetes de alfazema também estavam à venda as famosas pastas de dentes Couto, he he he …. Pois o resultado foi mesmo uma gargalhada geral ….

 

Caneta


E como é óbvio não podia vir embora sem esta “menina”, que fará parte da minha vaaassssttaaaaa colecção he he he he …

publicado por CC às 21:47
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